O
capítulo 4 do livro Ferramentas
Digitais para Jornalistas, vem
abordar a questão da facilidade que as redes sociais podem
proporcionam para o trabalho de um repórter.
Na
minha opinião,
esse conceito já está um pouco defasado. As redes sociais não
“podem”, hoje, elas realmente facilitam. E não é apenas para o
repórter, mas sim para todos os profissionais dessa área.
Mas,
seguindo o raciocínio do texto, aqui será abordado apenas duas das
diversas redes relatadas: facebook e twitter.
Facebook
O
facebook é uma ferramenta da qual você pode rever o que passa na
vida de seus amigos, sejam aqueles que a anos você não tinha
contato, ou aqueles que você conheceu recentemente. E para os
jornalistas, podem ser um local que possa “divulgar” o seu
trabalho de forma que atinja públicos de regiões difusas. E essa
forma de contato com o público se dá em uma maior rapidez e com uma
maior interatividade.
Com
isso, você passa a ter noção de como é aquela pessoa a qual vê
seu trabalho: através das fotos você sabe quem é, através das
páginas que ela curte você tem uma pequena noção dos gostos dela,
etc.
Essa
é uma excelente ferramenta para captação de fontes, além
disso é uma rede onde você pode instantaneamente saber de fatos
importantes que poderão ou estão acontecendo, como exemplo:
manifestações que estão sendo organizadas.
Twitter
Nele,
as pessoas podem lhe seguir (seguidores), onde tudo o que você
publicar eles poderão ver na página inicial do twitter deles, ou
você pode seguir as pessoas. Porém, para os jornalistas, é
necessário que se saiba seguir as pessoas certas.
A
autora dá o exemplo que, para os jornalistas, você passe a seguir
pessoas influentes da área, e ainda siga os veículos de
comunicação, com o intuito de que a notícia chegue até você.
Tanto
o facebook quanto o twitter, são ferramentas que privam o
imediatismo e que podem vir a ser uma espécie de marketing do seu
produto (na minha opinião, já para a autora é somente o twitter).

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